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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Exposição interativa IMAGINANDO

NOGUEIRA, R. F.  Imaginando um Contexto
A turma da disciplina Acervos Fotográficos da Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCINF) da Universidade de Brasília (UnB) convida todos os interessados para participar da oficina “Imaginando”

Maiores detalhes no blog do Imaginando aqui

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Fotografias e o contexto

Por Rodrigo de Freitas Nogueira
arquivista formado pela UnB 


Quem não gosta de ver fotografias que tragam à memória fatos marcante da vida? Os álbuns pessoais estão cheios de simbolismos e representações, e não raramente, provocam emoções naqueles que se veem nas imagens, mas para outros indivíduos, alheios à realidade do fotografado, parecem simplesmente fotografias. Que diferenças podem ser identificadas na análise desses indivíduos?


Álbum de casamento - 2014 - (cc) Rodrigo de Freitas

Leia mais no Blog do GPAF aqui

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Arquivo Fílmico e Sonoro Australiano

Dois trabalhos de Ray Edmondson 
por Luiz Antonio Santana da Silva
(mestre em CI e pesquisador do GPAF)

Copiado de Flickr: NFSA
Ray Edmondson defendeu, em dezembro de 2011, sua tese doutoral intitulada “National Film and Sound Archive: the quest for identity: factors shaping the uneven development of a cultural institution” na Universidade de Camberra, Austrália, na qual apresenta um panorama histórico da constituição do Arquivo Nacional Fílmico e Sonoro australiano...

Leia mais sobre isso no Blog do GPAF, com direito aos links de acesso a dois trabalhos de Edmondson em: http://bgpaf.blogspot.com.br/2014/06/arquivo-filmico-e-sonoro-australiano.html

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Reciclagem de imagens com mudança de significado

"Zorralisa" by Azucena Vargas
Uma das coisas mais complexas ao lidar com os conceitos de imagem e documento é que a imagem é a informação que pode ser replicada não apenas em cópias, mas também em novos documentos, com significados e funções distintas. Algumas vezes a ressignificação se dá por meio de modificações na imagem original; sejam alterações a serem intencionalmente percebidas, ou mudanças apenas identificáveis para quem é conhecedor da informação original...

Leia mais no blog do GPAF em: http://bgpaf.blogspot.com.br/2014/06/reciclagem-de-imagens-com-mudanca-de.html

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O que começar a ler para "salvar" fotografias em situação de risco?


Por conta da escassez de estudos na área, muitas pessoas acabam recorrendo ao GPAF na busca de referência sobre preservação de acervos fotográficos. O escopo do grupo não está exatamente voltado para esse tipo de problema, mas, mesmo assim, um post publicado no Blog do GPAF tenta apresentar algumas referências inciais, que têm nos servido como inspiração.

Acesso em:
http://bgpaf.blogspot.com.br/2014/06/o-que-comecar-ler-para-salvar.html

sábado, 12 de abril de 2014

A importância do contexto...

Foto by Niro
A compreensão dessa imagem requer alguns dados de contexto, como, por exemplo, saber quem é Nícolas Behr, conhecer algo sobre Brasília, entender algumas transformações que ocorreram na avenida comercial W3 (sabendo o que significa/ou a W3 no imaginário brasiliense).

Tais informações contextuais são fundamentais para a compreensão da informação acima, porém insuficientes para entender o documento. Sem o documento estaríamos falando somente da poesia-mosaico de Behr. O documento é o registro fotográfico feito por Niraldo Nascimento, o Niro, que assim o contextualizou em depoimento disponível no Blog do GPAF em :
http://bgpaf.blogspot.com.br/2014/04/a-importancia-do-contexto.html

terça-feira, 18 de março de 2014

Primeras imágenes del taller

Ayer hicimos un breve ejercicio de creación de imágenes-conceptos durante el taller (más detalles acá). Los conceptos trabajados fueron los previstos en la programación con los participantes y el docente produciendo las imágenes que están en el Blog do GPAF, acá

 Para el segundo encuentro se espera que todos hagan ajustes en las imágenes ya hechas o traigan nuevas, que ya se cuadren a los avances que se hizo con los conceptos, a través del debate que tuvimos luego de la exhibición de las imágenes iniciales.

Taller Análisis de la información en documentos imagéticos


Hoy se empezó el taller "Análisis de la información en documentos imagéticos" en el ITM Campus Robledo, Medellín, Colombia, según la propuesta divulgada en el BIEAU acá y el espacio virtual del Blog do GPAF será utilizado como apoyo a las actividades que se irán desarrollando en aula. La referencia metodológica para la primera clase es el proyecto Imaginando, cuyos principales enlaces se pueden acceder desde acá.

Más detalles, así como una breve presentación teórica del taller, ademas de puntos prácticos pueden ser accedidos en el Blog do GPAF, acá.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Grupo Memoria y Sociedad


O trabalho documental com registros fotográficos sempre perpassa aspectos relacionados à estética (pelas questões visuais) e a memória (por conta dos registros documentais, sejam arquivos, coleções etc.). O grupo de estudos interdisciplinar "Memoria y Sociedad", quer  ampliar o escopo da discussão sobre memória e direitos humanos para outras áreas do saber, tais como Estudos Culturais Contemporâneos, Arquivologia, Nova História Cultural, Artes, Estética...

Leia mais no Blog do GPAF em:  


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Artigo discute estatuto arquivístico dos documentos audiovisuais

Os pesquisadores do GPAF Luiz Antonio Santana da Silva, Telma Campanha de Carvalho Madio publicaram recentemente artigo que recupera a clássica discussão sobre os documentos audiovisuais serem (ou não) documentos de arquivo. No âmbito do grupo de pesquisa cabe destacar... [continua]...
  • Leia o post na íntegra no "Blog do GPAF" AQUI
  • Entenda a configuração dos novos espaços virtuais do grupo AQUI

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Espaços virtuais do GPAF

Desde o dia 23 de dezembro de 2013 o Grupo de Pesquisa Acervos Fotográficos  conta com dois novos espaços virtuais: a página do GPAF (abra aqui) e o blog do GPAF (acesso aqui). Trata-se de uma evolução do blog DigifotoWeb (acesso aqui), que foi criado prioritariamente para auxiliar no projeto de produtividade do líder do grupo junto ao CNPq, no período 2010-2013. À medida que o grupo foi sendo consolidado e ampliado, o espaço passou a incluir no seu escopo diversas questões relacionadas às atividades e inquietações do grupo, de seus pesquisadores e alunos a ponto de deixar o projeto DigifotoWeb em si como uma temática marginal no blog que leva o seu nome.

Doravante as questões gerais relacionadas ao grupo estarão concentradas em um novo blog: o "Blog do GPAF", que carrega na sua base todas as postagens do blog DigifotoWeb, em um layout mais atual, guardando elementos visuais do antigo espaço. No período de adaptação, por ora, as postagens ainda continuarão a ser replicadas nos dois blogs. Finda a fase de transição, esse novo espaço concentrará as reflexões gerais dos temas afetos ao grupo.

Paralelamente, algumas postagens específicas sobre o projeto DigifotoWeb, finalizado formalmente em abril de 2013 e ainda produzindo frutos acadêmicos (artigos, comunicações etc.) procurarão ajustar o foco do blog original para seu primeiro objetivo. Espera-se poder revisar e atualizar a informação de algumas de suas páginas. Ao final do processo de transição, o blog do DigifotoWeb estará semi-inativo, porém com muito conteúdo, recuperável pelo sistema de tags (ver post aqui).

A mesma separação de enfoque será efetivada na páginas do grupo no Facebook: a original DigifotoWeb (acesso aqui), será paulatinamente desativada em prol da mais atual, GPAF (acesso aqui). Nesse caso, porém, devido às limitações do Facebook, não haverá recuperação de informação na comunidade do DigifotoWeb.

A forma encontrada para articular todos esse links, além de outros espaços e materiais on-line relativos ao grupo de pesquisa e seus participantes, foi a criação de uma página web, em domínio próprio, que funcione como um ponto de partida. A pagina do GPAF (acesso aqui) é um micro portal, no qual o leitor interessado poderá pesquisar os textos que apresentam o grupo e nossas ações, projetos institucionais e demais ambientes virtuais, bem como links para as instituições diretamente relacionadas.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

VI Reunião Aberta do GPAF


Ocorrerá, nesta 6ªf, dia 6/dez, a partir das 8h:30min da manhã, a sexta reunião aberta do GPAF, como atividade do IX Workshop Internacional de Ciência da Informação, na Faculdade de Ciência da Informação, da Universidade de Brasília. A reunião é aberta a todos os interessados, sem necessidade de inscrição e será uma ótima oportunidade para melhor conhecer o trabalho de grupo e poder interagir com nossos pesquisadores e alunos. 

A programação resumida é a seguinte:
  • 8h30: Abertura da 6ª Reunião (Coord. Darcilene Sena Rezende)
    • Balanço e Perspectivas Atuais do GPAF (LOPEZ, A.)

  • 8h50: Apresentação de pesquisas concluídas do GPAF (Coord: Laila Figueiredo Di Pietro)
    • DIGIFOTOWEB: repositório digital de materiais fotográficos de arquivo; (LOPEZ, A & ANTUNES, O.)
    • O uso da folksonomia na organização e recuperação da informação fotográfica: o caso do acervo CONTAG; (ARAÚJO, A)

  • 9h10: Apresentação de pesquisas em andamento no GPAF (Coord: Alessandra dos Santos Araújo)
    • Identificação e análise de documentos imagéticos na Universidade de Brasília e instituições relacionadas; (ALVES, T.) 
    • Diagnóstico do acervo fotográfico do Arquivo Público do Distrito Federal; (MENEZES, M.)
    • UnB: a crise de 1977 e o registro fotográfico feito pela Assessoria de Segurança e Informações; (SOUZA, T.)
    • Acervo fotográfico do Museu de Astronomia e Ciências Afins: uma proposta de mapeamento documental; (REZENDE, V.)
    • Estruturação de acervos imagéticos e acesso à informação: estudo comparativo de instituições de memória no Chile e Argentina; (DI PIETRO, L.)
    • Organização da informação de acervos fotográficos de arquivos pessoais: um estudo de caso do projeto Cine Memória,  s salas de cinema do Espírito Santo ;(MALVERDES, A.)
    • Proposição de uma metodologia de identificação de conjuntos fotográficos dispersos em grandes instituições; (COSTA, R.) 
    • A autenticidade da informação no processo de produção de prova testemunhal no Inquérito Parlamentar; (CARVALHO, T.)
    • Dimensões informacionais de documentos imagéticos do transporte ferroviário em Formiga (MG): de 1908 a 1957 (NASCIMENTO, N.)

  • 10h30 — Intervalo Interativo:
  • 10h50 — Palestras
    • GPAF e intercâmbio nacional — Telma Campanha de Carvalho Madio (UNESP - Marília)
    • Adequação da descrição arquivística de documentos fotográficos a standarts internacionais — Darcilene Sena Rezende (UnB)

  • 11h50 —  Debate

  • 12h20 —  Encerramento
O folder com a programação completa e com os resumos dos trabalhos pode ser baixado aqui.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Exposição interativa do Imaginando

Arte: Laila Figueiredo Di Pietro

A equipe da disciplina Imaginando (ver post aqui), resolveu contribuir com a semana universitária com uma exposição interativa. A primeira exibição ocorrerá na UnB, ICC Norte, nesta sexta feira, 8/11, a partir das 15hs. A atividade é aberta ao público em geral. Divulgue e prestigie!

Leia mais sobre o projeto nos links disponíveis nessa página

Caso você deseje replicar a exposição em outro local e horário aqui em Brasília, favor usar o campo comentário, abaixo, para indicar o interesse. Se você desejar aplicar (o verbo está correto, pois é uma exposição interativa) a exposição em outra cidade; isso também é possível, mediante a impressão dos textos de referência, compreensão da metodologia  e confecção dos banneres em sua localidade.

domingo, 22 de setembro de 2013

Dupla participação de Bia Kushnir na UnB

Beatriz Kushnir, (ver Lattes aqui) pesquisadora do GPAF e Diretora Diretora do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro estará em Brasília na próxima 4ªf para duas atividades:

1. Participação da banca de relatório intermediário de mestrado da pesquisa "Estruturação de acervos imagéticos e acesso à informação: estudo comparativo de instituições de memória no Chile e na Argentina" de Laila Di Pietro.
Resumo: A preservação da memória, além de um direito humano, é uma obrigação da própria sociedade, que deve se estruturar para organizar e conservar os acervos documentais que garantem esse processo. O documento fotográfico é representativo e possui valor testemunhal. A massa de fotografias sobre as épocas de repressão nos diversos países da América do Sul se constitui como importante elemento de prova de violações dos direitos humanos e condutas de regimes militares, contribuindo para novas narrativas da história nacional. A organização, o tratamento e a preservação destes acervos visam o acesso à memória social, evidenciando os laços identitários. A pesquisa tem como objetivo a análise das estruturas de organização aplicadas a documentos que possuem grande valor histórico e contribuem para o exercício da cidadania e para a construção da memória coletiva e individual. Para a pesquisa, serão adotados os acervos fotográficos de quatro instituições de memória que apresentam diferentes características de acervo, armazenamento e apresentação: Museo de la Memoria y Derechos Humanos (Chile); Fundación Vicaria de La Solidariedad (Chile); Londres 38 (Chile) e Memoria Abierta (Argentina). A organização utilizada pelos centros de informação será analisada a partir de entrevistas coordenadas, visitas ao museu e através das informações disponibilizadas na web, identificando os princípios e técnicas empregados para garantir a manutenção da autenticidade da informação original, além de sua preservação, recuperação, difusão e acesso. 
Palavras-chave: Acervo imagético. Acesso à informação. Arquivologia. Biblioteconomia. Fotografia. Memória.
Dia 25/09/2013 - 15:00hs no Auditório da FCI

2. Palestra para o curso de Arquivologia da UnB:
Experiências profissionais na direção do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro
Dia 25/09/2013 - 19:00hs no Auditório da FCI

terça-feira, 23 de julho de 2013

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Noticia surpreendente

Os esforços do GPAF em tentar trabalhar e buscar soluções para os documentos fotográficos do Arquivo Público do Distrito Federal, aparentemente, terão sido em vão, sem possibilidades de aprimoramento e contribuição futura ao órgão e à gestão do patrimônio público fotográfico nacional. Foram três iniciações científicas, com apresentações de trabalho em congressos regionais e em workshops internacionais, além de submissão de artigo a periódico especializado e um possível projeto de mestrado em elaboração, que agora fica refém do descaso típico do Brasil para com os documentos públicos e seu acesso.


Obs: o layout da notícia foi modificado para o formato vertical, para melhor visualização no blog, porém todos os demais elementos são fieis aos publicado no jornal:

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Arquivo Público digitaliza acervo de imagens do Interventor Federal João Punaro Bley

João Punaro Bley foi interventor federal do Espírito Santo dos anos de 1930 a 1943. Jória Motta Scolforo, do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, informa que um acervo de 93 imagens referentes ao seu governo foi digitalizado pela instituição. Maiores informações podem ser obtidas aqui.

Disponibilizamos abaixo algumas fotos do mencionado conjunto, obtidas diretamente com o Arquivo Público. Os materiais estão disponíveis para consulta na sede do APEES, localizada na Rua 7 de Setembro, no Centro de Vitória; home page: http://www.ape.es.gov.br/index2.htm.






domingo, 12 de maio de 2013

Limites e especificidades dos documentos audiovisuais e suas instituições de guarda

A foto acima foi tirada na reserva técnica da coleção fotográfica da Biblioteca Nacional do Chile e representa uma aquisição recente (o que justifica a aparência de desorganização) de uma coleção de um estúdio fotográfico. A preocupação em tratar a totalidade dos documentos dos titular, de modo a não perder a organicidade, fez com que, nesse momento inicial de pré-organização, nada fosse desmembrado. Assim, até os cenários utilizados foram preservados. Se observarmos bem o texto acima podemos ver alguns termos, intencionalmente colocados, que demandam, no mínimo, maiores explicações. Afinal, trata-se de uma biblioteca, com uma arquivo (chamado de coleção) que preserva documentos tradicionalmente tidos como de museu. Os acervos fotográficos e audiovisuais têm particularidades bastante interessantes e, sobretudo, instigantes, do ponto de vista teórico da Arquivologia.

Luiz Antonio Santana da Silva, que defenderá dissertação sobre isso amanhã (ver post aqui) nos proporciona uma breve reflexão sobre o tema, que está longe de dar conta da complexidade do problema (não se propôs a isso), mas indica alguns ponto iniciais:
Algumas questões gerais sobre documentos audiovisuais nos arquivos, bibliotecas e museus.
 Luiz Antonio Santana da Silva 

A Arquivologia, assim como a Biblioteconomia e a Museologia, é uma subárea do campo do conhecimento científico inseridas na Ciência da Informação (CI) interligadas por um fator unificador: a informação. Nesse sentido, a informação, que gera conhecimento é registra sobre um suporte (físico ou digital), isto é, o documento que primordialmente é objeto de estudo para as 3 Marias. 
 Assim, para Paul Otlet (1937) documento é o livro, a revista, o jornal; é a peça de arquivo, a estampa, a fotografia, a medalha, a música; é também, atualmente, o filme, o disco e toda parte documental que precede ou sucede a emissão radiofônica. O espírito visionário de Otlet já previa que novos gêneros e formatos surgiriam com as modificações ocorridas no contexto social, o que afeta diretamente as instituições.
Logo, os arquivos, bibliotecas e museus passariam a receber em seus acervos esses novos documentos como resultados dessas transformações. Mais especificamente, para Arquivologia de acordo com Bellotto e Camargo (1996), o documento audiovisual pode ser definido como gênero documental que utiliza como linguagem básica à associação do som e da imagem. Essa definição é a mais coerente, visto que não há unanimidade no conceito de documento audiovisual no cenário arquivístico. 
Dessa forma, as Unidades de Informação supracitadas se configuram, basicamente, da seguinte forma:

O que mantêm?
Arquivos: registros ativos, semiativos ou inativos em qualquer formato, gênero e normalmente únicos;
Bibliotecas: materiais publicados em todos os formatos;
Museus: objetos, artefatos, documentos associados. 
Por que são visitados?
Arquivos: prova de ações e transações, pesquisa, divertimento (apenas em arquivos permanentes onde as características do acervo e o valor secundário atraem vários públicos);
Bibliotecas: informação, pesquisa, educação, divertimento;
Museus: pesquisa, educação, divertimento.

Em suma, pode-se dizer que a Biblioteconomia e a Museologia tratam de documentos individuais e a Arquivologia de conjuntos únicos documentais. Destaca-se que, ainda há grande necessidade de aprofundamento nesse tema, seja no arquivo, biblioteca ou museu, já que ao se abordarem questões que modificam paradigmas ou tradições, torna-se necessário embasamento teórico consistente e suficientemente coerente.