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terça-feira, 18 de março de 2014

Primeras imágenes del taller

Ayer hicimos un breve ejercicio de creación de imágenes-conceptos durante el taller (más detalles acá). Los conceptos trabajados fueron los previstos en la programación con los participantes y el docente produciendo las imágenes que están en el Blog do GPAF, acá

 Para el segundo encuentro se espera que todos hagan ajustes en las imágenes ya hechas o traigan nuevas, que ya se cuadren a los avances que se hizo con los conceptos, a través del debate que tuvimos luego de la exhibición de las imágenes iniciales.

Taller Análisis de la información en documentos imagéticos


Hoy se empezó el taller "Análisis de la información en documentos imagéticos" en el ITM Campus Robledo, Medellín, Colombia, según la propuesta divulgada en el BIEAU acá y el espacio virtual del Blog do GPAF será utilizado como apoyo a las actividades que se irán desarrollando en aula. La referencia metodológica para la primera clase es el proyecto Imaginando, cuyos principales enlaces se pueden acceder desde acá.

Más detalles, así como una breve presentación teórica del taller, ademas de puntos prácticos pueden ser accedidos en el Blog do GPAF, acá.

domingo, 12 de maio de 2013

Limites e especificidades dos documentos audiovisuais e suas instituições de guarda

A foto acima foi tirada na reserva técnica da coleção fotográfica da Biblioteca Nacional do Chile e representa uma aquisição recente (o que justifica a aparência de desorganização) de uma coleção de um estúdio fotográfico. A preocupação em tratar a totalidade dos documentos dos titular, de modo a não perder a organicidade, fez com que, nesse momento inicial de pré-organização, nada fosse desmembrado. Assim, até os cenários utilizados foram preservados. Se observarmos bem o texto acima podemos ver alguns termos, intencionalmente colocados, que demandam, no mínimo, maiores explicações. Afinal, trata-se de uma biblioteca, com uma arquivo (chamado de coleção) que preserva documentos tradicionalmente tidos como de museu. Os acervos fotográficos e audiovisuais têm particularidades bastante interessantes e, sobretudo, instigantes, do ponto de vista teórico da Arquivologia.

Luiz Antonio Santana da Silva, que defenderá dissertação sobre isso amanhã (ver post aqui) nos proporciona uma breve reflexão sobre o tema, que está longe de dar conta da complexidade do problema (não se propôs a isso), mas indica alguns ponto iniciais:
Algumas questões gerais sobre documentos audiovisuais nos arquivos, bibliotecas e museus.
 Luiz Antonio Santana da Silva 

A Arquivologia, assim como a Biblioteconomia e a Museologia, é uma subárea do campo do conhecimento científico inseridas na Ciência da Informação (CI) interligadas por um fator unificador: a informação. Nesse sentido, a informação, que gera conhecimento é registra sobre um suporte (físico ou digital), isto é, o documento que primordialmente é objeto de estudo para as 3 Marias. 
 Assim, para Paul Otlet (1937) documento é o livro, a revista, o jornal; é a peça de arquivo, a estampa, a fotografia, a medalha, a música; é também, atualmente, o filme, o disco e toda parte documental que precede ou sucede a emissão radiofônica. O espírito visionário de Otlet já previa que novos gêneros e formatos surgiriam com as modificações ocorridas no contexto social, o que afeta diretamente as instituições.
Logo, os arquivos, bibliotecas e museus passariam a receber em seus acervos esses novos documentos como resultados dessas transformações. Mais especificamente, para Arquivologia de acordo com Bellotto e Camargo (1996), o documento audiovisual pode ser definido como gênero documental que utiliza como linguagem básica à associação do som e da imagem. Essa definição é a mais coerente, visto que não há unanimidade no conceito de documento audiovisual no cenário arquivístico. 
Dessa forma, as Unidades de Informação supracitadas se configuram, basicamente, da seguinte forma:

O que mantêm?
Arquivos: registros ativos, semiativos ou inativos em qualquer formato, gênero e normalmente únicos;
Bibliotecas: materiais publicados em todos os formatos;
Museus: objetos, artefatos, documentos associados. 
Por que são visitados?
Arquivos: prova de ações e transações, pesquisa, divertimento (apenas em arquivos permanentes onde as características do acervo e o valor secundário atraem vários públicos);
Bibliotecas: informação, pesquisa, educação, divertimento;
Museus: pesquisa, educação, divertimento.

Em suma, pode-se dizer que a Biblioteconomia e a Museologia tratam de documentos individuais e a Arquivologia de conjuntos únicos documentais. Destaca-se que, ainda há grande necessidade de aprofundamento nesse tema, seja no arquivo, biblioteca ou museu, já que ao se abordarem questões que modificam paradigmas ou tradições, torna-se necessário embasamento teórico consistente e suficientemente coerente.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Lançamento de livro que está entre a criação artística e a iconografia e documentação

 A01 [cod.19.1.1.43] — A27 [s|cod.23]

Marquem na agenda: dia 30 de abril

No Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, às 16 horas, será lançado o mais recente livro de Rosângela Rennó, intitulado A01 [cod.19.1.1.43] — A27 [s|cod.23]. Trata-se de um livro-de-artista, impresso em offset, capa dura e 336 páginas em cor, edição de 500 exemplares, numerados. 

Por ocasião do lançamento será realizado um debate aberto ao público com a presença de Beatriz Kushnir, diretora do Arquivo Geral, Joaquim Marçal Ferreira de Andrade, pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional e professor adjunto de fotografia da PUC-Rio e da artista visual Rosângela Rennó.

EM TEMPO: para quem não pôde ir, a mesa redonda do lançamento está disponível.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Acervo fotográfico sobre Canudos


No mês em que completa 52 anos, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abre espaço para recordar a Guerra de Canudos, conflito ocorrido entre 1896 e 1897, no sertão baiano, e que opôs militares e civis. Leia mais sobre essa exposição em: http://www.museus.gov.br/revista/acervo-fotografico-sobre-canudos-em-exibicao-no-museu-da-republica-rj/

terça-feira, 5 de abril de 2011

Atividades desta sexta-feira


Nesta sexta-feira pegaremos carona na aula inaugural do curso de museologia, que será ministrada pelo Prof. Dr. Ulpiano Toledo Bezerra de Menezes, um dos maiores especialistas nacionais em cultura material. O foco da aula não será o documento fotográfico, porém a questão da curadoria, que envolve, em alguma medida, a concepção cultural dos bens simbólicos, aspecto fundamental para a discussão de nosso texto-base da aula (Iconografia e Iconologia, de Panofsky). Na segunda parte da aula, após a palestra, nos reuniremos na sala 120 para um debate mais focado no tema da disciplina, agregando ainda os dois primeiros capítulos da tese "As razões e os sentidos" à reflexão.